Projecto de arte contemporânea para Evocação da Grande Guerra - MUSEU MILITAR de LISBOA - 14/18.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
Memorial aos Mortos da Grande Guerra
O Arquivo Histórico Militar desenvolveu e lançou recentemente o seu portal «Memorial aos Mortos na Grande Guerra».
O AHM, instituição de recolha e salvaguarda de grande parte da informação relacionada com os teatros de operações militares portugueses, e que detem muitos dos arquivos relativos à Primeira Guerra Mundial, continua assim o seu labor de disponibilização online de informação relacionada com os espaços, o contexto e os homens na grande conflagração, permitindo ao público obter informação diversa, centralizada numa única plataforma de utilização intuitiva, e que inclui ainda um motor de pesquisa por combatente, que nos apresenta os nomes daqueles que faleceram naquele conflito (LER MAIS)
quarta-feira, 23 de março de 2016
sexta-feira, 11 de março de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
Inauguração: Ossos, João Castro Silva, 2016
Coronel Luís Sodré de Albuquerque na inauguração da proposta de João Castro Silva para as Salas da Grande Guerra.
Museu Militar de Lisboa, 9 de março de 2016.
segunda-feira, 7 de março de 2016
sexta-feira, 4 de março de 2016
terça-feira, 1 de março de 2016
domingo, 28 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Apoios
Exército Português
Museu Militar de Lisboa
Comissão Coordenadora da Evocações do Centenário da I Guerra Mundial
Direcção de História e Cultura Militar
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Galerias Abertas das Belas-Artes
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Arnaldo Garcez
Capa do livro com fotografia de Arnaldo Garcez, fotografo enviado para fazer a reportagem da frente de guerra
LA COUTURE : TOUT SUR LE
VILLAGE À TRAVERS LA GRANDE GUERRE GRÂCE AU LIVRE « LOISNE ET LAWE »
Un nouveau livre va venir
rejoindre les bibliothèques des amateurs d’histoire locale, notamment sur
l’angle de la Grande Guerre dans le secteur : il s’intitule Loisne et Lawe, et
se penche sur l’histoire du village de la Couture…
À l’origine de ce projet ? La toute jeune association baptisée L3C (La
Couture Champs de Cultures), présidée par Anne Serniclay, qui s’est donné deux
objectifs : écrire un livre sur l’histoire de La Couture et renforcer les liens
avec le Portugal. En effet, lors de la commémoration de la Bataille de la Lys,
une délégation portugaise est présente chaque année et des liens existent avec
la commune de Murça. C’est donc dans le cadre de l’appel à projets culturels «
Ligne de front » que l’association a reçu une subvention d’Artois Comm., ce qui
a permis la réalisation de ce livre.
L’auteur, François Carpentier, est un ami d’enfance d’Anne Serniclay.
C’est un habitué du salon du livre annuel, au cours duquel il présente
d’habitude ses romans et poèmes. « Je ne suis pas un historien, j’écris
des histoires, ce qui m’intéresse, c’est ce qu’ont vécu les gens, j’ai donc
vécu trois mois dans le village » expliquait-il lors de la présentation de
l’ouvrage, en présence du maire Raymond Gaquère, à la bibliothèque.
Une Maison de la mémoire
portugaise
Déjà à son actif, un livre sur l’histoire d’Haubourdin à travers sa
famille. Pour ce livre, l’homme s’est donc lancé dans les recherches : interviews
des familles, recherches aux archives départementales… Les écrits d’auteurs
locaux, tels qu’Auguste Pinart et Michel Corbeille, lui ont également été d’une
aide précieuse, de même que Manuel Do Nascimento, auteur de nombreux ouvrages
sur l’histoire du Portugal, etc. Dans le livre, illustré avec des croquis de
soldats réalisés avec les élèves de CM2 de la commune, en collaboration avec le
dessinateur Philippe Hooghe, on trouve, avec force détails et photos d’époque,
tous les épisodes de La Bataille de la Lys, qu’il rebaptise Bataille de La
Couture car soixante-douze heures durant, c’est sur ce territoire que les
Portugais se sont battus avec acharnement.
Lors de la présentation de l’ouvrage, Caroline Vergoten, de l’Office de
Tourisme, a également présenté les premières plaques « QR codes », posées sur
le monument portugais et sur le mur de l’église. « Nous avons d’autres QR
codes en projet pour le cimetière portugais de Richebourg et pour Cuinchy,
village qui a été reconstruit à un autre emplacement ».
Un voyage au Portugal est prévu par l’association en 2015 et
l’ouverture prochaine d’une Maison de la mémoire portugaise.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
No centenário da Cruzada das Mulheres Portuguesas
No centenário da Cruzada das Mulheres Portuguesas
MOSTRA | 28 jan. - 30 abr. '16 | Sala de Referência | Entrada
livre
A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) assinala o centenário da
criação da Cruzada das Mulheres Portuguesas (CMP), associação criada em 1916
com o objetivo de prestar assistência aos necessitados devido à Grande Guerra (LER)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Sousa Lopes, pintor da Grande Guerra
Museu Militar
de Lisboa, salas da Grande Guerra. Foto por Carlos Silveira
Desde
1915 as principais potências beligerantes na Grande Guerra organizaram missões
artísticas, que anualmente traziam centenas de artistas internacionais aos
campos de batalha, e cujos resultados os cidadãos tinham oportunidade de
apreciar nas exposições realizadas. Na ausência de um programa semelhante,
Portugal salvou-se pela iniciativa patriótica de um artista, Adriano de Sousa
Lopes (1879-1944), que se voluntariou em 1917 para embarcar para França como
capitão equiparado e ser o único responsável (e executante) do Serviço
Artístico do CEP.
Foi
para ele, formado em pintura histórica nas escolas de Belas Artes de Lisboa e
da capital francesa (onde residia desde 1903), uma oportunidade única de
registar a história contemporânea... (Ler artigo completo)
sábado, 30 de janeiro de 2016
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Adriano Sousa Lopes, repórter de guerra e pintor
Adriano Sousa Lopes, Paisagem na Frente de Guerra, 1917. Museu Militar de Lisboa
Adriano Sousa Lopes, Bombardeamento em La Couture 1918. Museu Militar de Lisboa
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
EVOCAÇÃO DA I GUERRA MUNDIAL - Arte Contemporânea no Museu Militar de Lisboa
O Museu Militar de Lisboa em colaboração com a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa vai realizar um conjunto de exposições de artistas portugueses contemporâneos nas Salas da Grande Guerra com caráter evocativo dos acontecimentos ocorridos entre 1914 e 1918 em todo o mundo. Estas exposições, individuais e por períodos temporários, decorrerão entre 9 de março de 2016, quando do centenário da declaração de guerra da Alemanha a Portugal, e 11 de novembro de 2018, quando do centenário do armistício.
Ir-se-á salientar o facto de aquelas salas e todo o Museu Militar serem detentores importantes patrimónios. Por um lado um património artístico de autores que alicerçaram a sua formação na Academia de Belas-Artes, como por exemplo Columbano Bordalo Pinheiro, Teixeira Lopes, José Malhoa, Francisco Franco, Veloso Salgado ou Luciano Freire entre muitos outros, e por outro lado um inestimável e precioso património histórico e cultural que todos reconhecemos.
A oportunidade desta iniciativa, que irá decorrer durante quase três anos, contando com a participação de cerca de vinte artistas, procurará demonstrar, através de produções artísticas diferenciadas e concebidas especificamente para as Salas da Grande Guerra, que a arte atualiza os sentidos das coisas e promove sintonias, diálogos e debates, quer sejam sobre ela própria ou quer sejam sobre outras causas.
Os convites à participação neste projeto de intervenção, instalação, exposição ou mostragem de obras evocativas das guerras de ontem ou de hoje, pretendendo motivar a conceção de intervenções artísticas contemporâneas em diálogo franco com o espaço museológico, dominado em grande parte pelas obras de Adriano Sousa Lopes, dirigido a artistas ligados direta ou indiretamente à Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, quer como professores quer como alunos, foram feitos com base em dois pressupostos: o primeiro privilegiou o conhecimento individualizado da obra artística de cada um dos participantes e o segundo a perceção de que reside nesse artista e nessa obra um conhecimento capaz de tratar a «evocação» como conceito que hoje, no início do terceiro milénio, pode ser memória concreta reconstituída noutros formatos. Num espaço e numa época onde a história, a guerra e a arte são assuntos sensíveis, os pensamentos, interrogações ou confrontos podem adquirir muitas formas.
São
os antigos e os novos modos de estar e fazer guerra e arte,
as coisas, os seres, as formas e as narrativas,
os valores territoriais e os valores culturais,
os desenhos de linhas, de limites, de fronteiras, de muros e barreiras na geografia mundial,
os desenvolvimentos tecnológicos, as mutações e as arquiteturas dos conflitos,
a cor dos camuflados contemporâneos.
A programação contará com uma participação de cerca de vinte artistas. A primeira intervenção decorrerá entre 9 de março e 30 de abril de 2016, com uma intervenção do escultor João Castro Silva, professor de escultura da FBAUL, a qual nos remeterá para os incómodos e desconfortos que a imprevisibilidade de guerras acarreta.
A última intervenção acontecerá em 11 de novembro de 2018 com uma exposição coletiva de todos os que participaram neste projeto.
Ilídio Salteiro, 2015
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