Projecto de arte contemporânea para Evocação da Grande Guerra - MUSEU MILITAR de LISBOA - 14/18.
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
domingo, 11 de setembro de 2016
Anna Coleman Ladd - Artista Escultora na Grande Guerra
Anna Coleman Ladd
THE SCULPTOR WHO MADE MASKS FOR SOLDIERS DISFIGURED IN
WORLD WAR I
by Allison Meier on September
8, 2016
Any
enduring romanticism for war was obliterated by the industrialized
brutality of World War I, from which legions of soldiers returned
disfigured by facial injuries. The rise of Modernism in Europe from this carnage is
well-known, but in the United States it had a different impact, encouraging
both heightened patriotism and the emergence of symbols like the mask. One
artist, Anna Coleman Ladd, turned her neoclassical training
into a tool for sculpting new faces for the defaced.
In Grand Illusions: American Art and the First World War, recently
released by Oxford University Press, Wake Forest University Professor David Lubin explores
Ladd’s work in the greater context of US artists working during and after
World War I. Beginning with the sinking of the Lusitania in 1915, an event used
in propaganda to galvanize American interest in the war, Lubin’s
research stretches up to 1933, with the emergence of the Third Reich and a new
military era. “The first World War was the first fully industrialized war,
and an important aspect of that industrialization was the mass production and
dissemination of war-related images,” Lubin writes. “They informed and
misinformed opposing populations about the need to go to war, the nature
of war itself, and the consequences of war.”
And one of those consequences
was les gueules cassées, or the “broken faces,” as
the hundreds of thousands of disfigured soldiers were called in
France. Medicine had improved enough so soldiers could survive previously fatal
injuries, yet those wounds were freshly horrific with machine guns and trench
warfare that often left the delicate facial tissue exposed. Noses were reduced
to holes, jaws broken beyond repair, eyes blinded, and whole physiognomies
blurred by ripped flesh. As Harold Gillies, a doctor who treated thousands of
facial injuries, said of his ward: “Only the blind keep their spirits up.”
Ladd was among several
sculptors who used their skills to fashion masks so soldiers
could more easily walk in public without shocking and provoking gawking.
The Boston-based artist joined others, like Francis
Derwent Wood, who were making prostheses out of copper or tin that could be
worn like glasses with spectacle bows over the ears. Through the American
Red Cross, Ladd set up her small Studio for Portrait Masks in the Latin Quarter
of Paris in 1917, its homey interior designed to give comfort and dignity to
her patients. Scarred veterans’ transformation began with a
suffocating plaster cast process used to capture each of their new
imperfections. (read more)
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Isabel Sabino propõe que A menina (não) fica em casa
By Cláudia Ferreira · On 12/08/2016
Patente no Museu Militar de Lisboa até dia 30 de Setembro
deste ano, a lúcida intervenção de Isabel Sabino enquadra-se no projecto mais
vasto denominado Evocação, num convocar da Arte Contemporânea em alusão à
Grande Guerra.
Inaugurou no dia 15 de Junho e permanece, portanto, até 30
de Setembro; ocupa as Salas da Grande Guerra e inscreve-se num programa
evocativo dos acontecimentos que ocorreram entre os anos de 1914 e 1918,
concretamente, entre 9 de Março de 2016, data em que se assinalou o centenário
da declaração de guerra da Alemanha a Portugal, e 18 de Novembro de 2018,
momento em que se marcará o centenário do armistício.
Tal intervenção “assume como perspectiva um olhar feminino”:
lê-se no texto-testemunho assinado por Isabel Sabino em Abril de 2016, e que a
acompanha. Na verdade, a pintora interpela-nos acerca da figuração feminina que
persiste no museu, essencialmente da ordem do imaginário, e, neste, seguindo
aquela que mais se adequa ao espírito guerreiro. Assim, e seguindo as suas
palavras, “alegorias da vitória, da fama e da glória ou dos lugares de
conquista, guerreiras ou anjos protetores, mas também assombrações do terror,
esposas, mães enlutadas e carpideiras, ou ainda deusas, ninfas e Nereides,
aparições sensuais de amantes longínquas.”
Não será despiciente, por exemplo, assinalar, logo na
primeira sala em que se dispõem quatro vitrinas, duas das quais reservadas às
proposições da pintora de que nos ocupamos, um gesso da autoria de Francisco
Santos, e do ano de 1913, a representar a República Portuguesa. Se nos
lembrarmos de Joan B. Landes, ao traçar o movimento entrelaçado das mulheres e
da esfera pública para a época da Revolução Francesa, matriz das repúblicas
contemporâneas, facilmente concluímos que foram não apenas construídas “sem” as
mulheres, como inclusivamente “contra” elas. Aqui radica a acutilância das
palavras de Isabel Sabino e, na verdade, à mulher resta a árdua tarefa de
resgatar um corpo subsumido em imaginários sem dúvida inscritos num autêntico
inconsciente colectivo. A nós parece-nos existir, neste aspecto, um
desequilíbrio evidente entre o feminino e o masculino... (LER TEXTO COMPLETO)
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
sábado, 6 de agosto de 2016
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
sábado, 30 de julho de 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
quinta-feira, 28 de julho de 2016
quarta-feira, 27 de julho de 2016
quarta-feira, 20 de julho de 2016
terça-feira, 5 de julho de 2016
quarta-feira, 29 de junho de 2016
sábado, 18 de junho de 2016
quarta-feira, 15 de junho de 2016
domingo, 12 de junho de 2016
sábado, 4 de junho de 2016
sexta-feira, 20 de maio de 2016
quinta-feira, 12 de maio de 2016
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Dora Iva Rita TAPETES DE GUERRA – CONTAMINAÇÕES
Dora Iva Rita
TAPETES DE GUERRA – CONTAMINAÇÕES
Museu
Militar de Lisboa – Salas da Grande Guerra
14
Maio 2016 / 15 horas
Conferência integrada no projeto «Evocação da Grande
Guerra» com o apoio do Museu Militar de Lisboa e a Faculdade de
Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Nesta
conferência são abordadas duas situações que demonstram a evidência da
contaminação do ato criativo pelas vivências quotidianas. O contacto dos povos
do Médio Oriente com os navegantes portugueses que acostaram aos portos do
nordeste da Pérsia, desde o século XV até princípio de XVIII, refletiu-se
naturalmente na sua cultura e iconografia, influenciando os motivos dos tapetes
aí tecidos, referenciados internacionalmente como Tapetes Portugueses.
Também
hoje, nessa mesma zona do mundo, as vivências do quotidiano se encontram
refletidas na tecelagem tradicional através dos recentemente designados Tapetes de Guerra, reafirmando uma permeabilidade
semelhante da iconografia criada, quando os artesãos que os produzem são
expostos a fortes e incomuns vivências. Este fenómeno alcança maior
visibilidade quando penetra na linguagem pictórica dos tapetes tradicionais,
produtos representativos da cultura milenar da região, que adquirem outras
narrativas, mais realistas, dramáticas e coevas.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
Memorial aos Mortos da Grande Guerra
O Arquivo Histórico Militar desenvolveu e lançou recentemente o seu portal «Memorial aos Mortos na Grande Guerra».
O AHM, instituição de recolha e salvaguarda de grande parte da informação relacionada com os teatros de operações militares portugueses, e que detem muitos dos arquivos relativos à Primeira Guerra Mundial, continua assim o seu labor de disponibilização online de informação relacionada com os espaços, o contexto e os homens na grande conflagração, permitindo ao público obter informação diversa, centralizada numa única plataforma de utilização intuitiva, e que inclui ainda um motor de pesquisa por combatente, que nos apresenta os nomes daqueles que faleceram naquele conflito (LER MAIS)
quarta-feira, 23 de março de 2016
sexta-feira, 11 de março de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
Inauguração: Ossos, João Castro Silva, 2016
Coronel Luís Sodré de Albuquerque na inauguração da proposta de João Castro Silva para as Salas da Grande Guerra.
Museu Militar de Lisboa, 9 de março de 2016.
segunda-feira, 7 de março de 2016
sexta-feira, 4 de março de 2016
terça-feira, 1 de março de 2016
domingo, 28 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Apoios
Exército Português
Museu Militar de Lisboa
Comissão Coordenadora da Evocações do Centenário da I Guerra Mundial
Direcção de História e Cultura Militar
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Galerias Abertas das Belas-Artes
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Arnaldo Garcez
Capa do livro com fotografia de Arnaldo Garcez, fotografo enviado para fazer a reportagem da frente de guerra
LA COUTURE : TOUT SUR LE
VILLAGE À TRAVERS LA GRANDE GUERRE GRÂCE AU LIVRE « LOISNE ET LAWE »
Un nouveau livre va venir
rejoindre les bibliothèques des amateurs d’histoire locale, notamment sur
l’angle de la Grande Guerre dans le secteur : il s’intitule Loisne et Lawe, et
se penche sur l’histoire du village de la Couture…
À l’origine de ce projet ? La toute jeune association baptisée L3C (La
Couture Champs de Cultures), présidée par Anne Serniclay, qui s’est donné deux
objectifs : écrire un livre sur l’histoire de La Couture et renforcer les liens
avec le Portugal. En effet, lors de la commémoration de la Bataille de la Lys,
une délégation portugaise est présente chaque année et des liens existent avec
la commune de Murça. C’est donc dans le cadre de l’appel à projets culturels «
Ligne de front » que l’association a reçu une subvention d’Artois Comm., ce qui
a permis la réalisation de ce livre.
L’auteur, François Carpentier, est un ami d’enfance d’Anne Serniclay.
C’est un habitué du salon du livre annuel, au cours duquel il présente
d’habitude ses romans et poèmes. « Je ne suis pas un historien, j’écris
des histoires, ce qui m’intéresse, c’est ce qu’ont vécu les gens, j’ai donc
vécu trois mois dans le village » expliquait-il lors de la présentation de
l’ouvrage, en présence du maire Raymond Gaquère, à la bibliothèque.
Une Maison de la mémoire
portugaise
Déjà à son actif, un livre sur l’histoire d’Haubourdin à travers sa
famille. Pour ce livre, l’homme s’est donc lancé dans les recherches : interviews
des familles, recherches aux archives départementales… Les écrits d’auteurs
locaux, tels qu’Auguste Pinart et Michel Corbeille, lui ont également été d’une
aide précieuse, de même que Manuel Do Nascimento, auteur de nombreux ouvrages
sur l’histoire du Portugal, etc. Dans le livre, illustré avec des croquis de
soldats réalisés avec les élèves de CM2 de la commune, en collaboration avec le
dessinateur Philippe Hooghe, on trouve, avec force détails et photos d’époque,
tous les épisodes de La Bataille de la Lys, qu’il rebaptise Bataille de La
Couture car soixante-douze heures durant, c’est sur ce territoire que les
Portugais se sont battus avec acharnement.
Lors de la présentation de l’ouvrage, Caroline Vergoten, de l’Office de
Tourisme, a également présenté les premières plaques « QR codes », posées sur
le monument portugais et sur le mur de l’église. « Nous avons d’autres QR
codes en projet pour le cimetière portugais de Richebourg et pour Cuinchy,
village qui a été reconstruit à un autre emplacement ».
Un voyage au Portugal est prévu par l’association en 2015 et
l’ouverture prochaine d’une Maison de la mémoire portugaise.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
No centenário da Cruzada das Mulheres Portuguesas
No centenário da Cruzada das Mulheres Portuguesas
MOSTRA | 28 jan. - 30 abr. '16 | Sala de Referência | Entrada
livre
A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) assinala o centenário da
criação da Cruzada das Mulheres Portuguesas (CMP), associação criada em 1916
com o objetivo de prestar assistência aos necessitados devido à Grande Guerra (LER)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Sousa Lopes, pintor da Grande Guerra
Museu Militar
de Lisboa, salas da Grande Guerra. Foto por Carlos Silveira
Desde
1915 as principais potências beligerantes na Grande Guerra organizaram missões
artísticas, que anualmente traziam centenas de artistas internacionais aos
campos de batalha, e cujos resultados os cidadãos tinham oportunidade de
apreciar nas exposições realizadas. Na ausência de um programa semelhante,
Portugal salvou-se pela iniciativa patriótica de um artista, Adriano de Sousa
Lopes (1879-1944), que se voluntariou em 1917 para embarcar para França como
capitão equiparado e ser o único responsável (e executante) do Serviço
Artístico do CEP.
Foi
para ele, formado em pintura histórica nas escolas de Belas Artes de Lisboa e
da capital francesa (onde residia desde 1903), uma oportunidade única de
registar a história contemporânea... (Ler artigo completo)
sábado, 30 de janeiro de 2016
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Adriano Sousa Lopes, repórter de guerra e pintor
Adriano Sousa Lopes, Paisagem na Frente de Guerra, 1917. Museu Militar de Lisboa
Adriano Sousa Lopes, Bombardeamento em La Couture 1918. Museu Militar de Lisboa
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